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domingo, 18 de setembro de 2011

phoenix?

quando entramos no mundo dos sentimentos e das relações humanas, muitas pessoas tem dificuldade em lidar com as situações impostas,
tudo se torna complicado.
grande parte das descobertas que fazemos são simples,
na maioria das vezes óbvias.
mas outras são úteis em altíssimo grau,
e merecem ser compartilhadas com o mundo.

a última descoberta que fiz?
finalmente desvendei a diferença entre duas pessoas importantíssimas nesse metiê, normalmente ocupando papéis de protagonistas:
a que te merece, e a que não te merece.

se por algum motivo nos deparamos com a inevitável DR, uma das duas opções dão seguimento a cena:
a - a pessoa que não te merece diz: "não é hora";
b - a que te merece, depois da DR, diz: "pra essas coisas não tem hora".

:)

depois disso nos resta apenas a escolha.
a certa, é claro. :)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

bluepill?

eles mandaram pílulas azuis! azuis!!!!!!
claramente um complô querendo comprometer minhas atividades cerebrais.
queima de arquivo!
fly! fly away!!!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

diary?

o que faz um transtornado compulsivo e obsessivo sem seu habitual aglomerado com folhas de papel que trazem informações sobre o dia, a semana e o mês, além de produzir uma réplica idêntica a tal página?
bem, ele pira totalmente na batatinha!

.danger.
.keep away.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

contra?

eu e minhas implicâncias com datas festivas em geral...
natal é incomentável.
o alvo é o reveillon.
astronomicamente o que muda? um ano solar novo incia... é, isso quer dizer alguma coisa. é um ciclo novo de alguma forma. mas a maioria das pessoas usa isso como um marco absoluto, e quando vai chegando final de outubro, começa a chutar todos os planos e coisas a serem resolvidas pro ano que vem, e isso é péssimo. muito péssimo.
vale sim fazer planos, e de preferência fazer de tudo pra ativar eles, mas não precisa condicionar os planos ao ano novo...
normalmente desejamos 'feliz ano novo' pra um bando de gente que, não que desejemos o contrário, mas simplesmente não emitimos nenhuma energia em relação aquelas pessoas. portanto, na grande maioria das vezes não faz o menor sentido.
tá... é verdade que movimentar energia gera energia, tal qual o princípio wicca de "cuida para o que apontas e o que desejas, já que quando tens um dedo em riste contra alguém, outros três dedos teus estão contra ti!"
pois muito bem... mas desejar feliz ano novo pra deus e o mundo pensando nesse princípio é muito egoísmo. nesse caso é mais fácil e menos desgastante fazer um ritual solitário.
não gosto de desejar 'feliz ano novo'. na minha idéia faz mais sentido desejar um 'ano novo justo', que as pessoas aprendam o que tem que aprender, passem pelas situações que precisam, tenham as regalias que merecem e que fizeram por merecer.
então, é isso que eu desejo a todos meus queridos leitores que aturam minhas rabugices: que esse novo ano sirva pra acumular histórias a serem contadas, adquirir muitas experiências e colher as alegrias que foram plantadas.
acho que é isso. :)

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

grandpa?

esse blog vai fazer parte da catarse... já que de alguma forma faz parte de mim.
sei que é comum que depois sempre se fale bem da pessoa, e parece que de uma hora pra outra vira anjo. mas, ele sempre foi um na vida de todo mundo.

pé de valsa sem par;
dele herdei meu sobrenome;
caçador de morcegos em cavernas;
o melhor jogador de canastra da região norte do estado;
dois anos atrás, comigo, foi a primeira vez que ele comeu pizza;
fazia conta no bar, e pagava uma ou duas vezes por semana. quando ia entregar a comanda, dizia: "se eu não pagar, DIO... medes paga!";
o hobby dele, na praia, era ficar controlando os carros na BR. depois, me dizia o fluxo nos diferentes turnos, e também a diferença da semana pros finais de semana;
quando eu era pequena, ele me segurava no torno de fazer massa, e colocava uma massa bem macia, pra eu conseguir girar a engenhoca e ver as minhoquinhas saindo lá embaixo;
descobrimos que ele ajudava pessoas em apuros cinematográficos, e, é claro, nunca contou nada pra ninguém.

muito pra contar...
sinto por não ter convivido com ele, mesmo assim, vou sentir muita falta.
esse é meu vô, com brilhantina, risca de giz e tudo mais.


Diomedes Agnoletto
(*1937 - †2008)

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

ahhhh?

querido leitor, hoje lerás um desabafo.
o intuito é documentar o momento pelo qual tua dedicada escritora passa, e num futuro, espero que não muito distante, poder ler orgulhosa de mim e pensar: "sobrevivi!".

- meu vô tá no hospital. além de múltiplos problemas e suas devidas complicações, meu querido ancestral tá vendo pessoas com três cabeças, e ainda xinga minha vó dizendo que ela não enxerga direito;
- muito dedicada e atenciosa, minha cabeça me homenageia regularmente com raves dentro dela;
- a família ite programou uma visita coletiva. chegaram em caravana as duas primas tendinites, e a tia bursite;
- minha babá, a coluna, de 52 anos de idade, resolveu ter piripaques de velha, devido as chateações da família ite;
- com intuito de acalmar a turma, tenho preparado lanches em diferentes momentos do dia, servindo chá de paracetamol com carisoprodol e cafeína, e também diclofenaco de colestiramina. livre escolha. mas, todas elas são meio teimosas, e volta e meia se recusam a participar da confraternização;
- tenho que terminar de parir meu segundo capítulo, que vai ser submetido a testes, a fim de ser liberado pro mundo. enquanto meu chefe fizer o apgar, pra ver como ele se vira sozinho por aí, estarei gerindo o próximo, e esperando pra fazer as revisões do pezinho, da orelhinha, e do olhinho. tudo deve ficar pronto antes do recesso de natal;
- fora dias 25 de dezembro e 1º de janeiro, minha perspectiva de folga e respiro é em abril. mas isso, claro, sem considerar os passeios de quando visito o atraente reino de sandman;
- vida pessoal? ah, achei que tivesse démodé desde o início do século XXI.

como já disse por aí, se eu sobreviver a esta etapa da minha vida, vou me auto-denominar wonder woman. ganhei de presente a imagem pros pins, inclusive.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

tortura?

juju: que isso? são cadeiras de tortura?
tai: nããããão juju, aí é onde os carinhas sentam pros outros carinhas engraxarem os sapatos deles.
juju: ah! que brega!!

prometi... ;)

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

luz?

querido leitor, hoje escrevo em homenagem à juju, rapariga que retornou às atividades computadorísticas e fez o mundo virtual mais feliz. esta que, ontem, me presenteou com uma baita tirada:
"e agora, quem poderá nos salvar?
eu, a tai de cabelos colorados! ;DD"
adoreeeei, não podia deixar de contar. hehehe
mas, ao once upon a time...
era uma vez duas pessoas descendo a escada da melhor escola e estúdio de fotografia do estado, o projeto contato. estas pessoas eram (um) a juju e (dois) eu (sim, eu tinha que ficar com o número par e todo mundo sabe disso). muito esportistas, diga-se de passagem, já que não pegamos o elevador e descemos todos os infinitos dois lances de escada.
estávamos nós, serelepes e faceiras degraus abaixo quando, no meio do fuzuê, a luz subitamente fez-se ausente. ficamos as duas na penumbra, mas ainda era possível ver os vultos, portanto ninguém foi atropelado nem rolou escada abaixo.
a juju parou no meio da escada. eu também parei. mas... achei que deveria tomar alguma atitude e nos tirar daquela situação. prontamente usei do meu ato reflexo pra acender a luz. qual foi meu ato reflexo? ora... abanar ensandecidamente, gesticulando feito louca, golpeando o ar, a fim de acionar o sensor de presença. tentei com um braço, com dois, e nada. sem resultado comecei a pular carnaval no meio da escada tentando atingir a área do sensor. isso era meio (só meio) impossível, já que o sensor existia apenas dentro da minha cabeça.
obviamente, como não poderia deixar de ser, com a dança frenética que comecei na sua frente, dona juju caiu na gargalhada, provavelmente por não entender porque cargas d'água a criatura aqui resolveu desatar a dançar quadrilha no meio da escada, em pleno escuro...
veja só, é isso que ganho por tentar ser prestativa!!! hehehe
bom, eu poderia contar das vezes que a juju me sacaneou... mas nah, pra que? a juju é tão boazinha! então, dessa vez, deixa eu ser a doida e ela a tiradora de sarro. ;)

terça-feira, 14 de outubro de 2008

? ?

:parte 1:
α - diagnóstico diferencial da vida não faz bem à saúde...
β - é, tenho visto house demais.

:parte 2:
α - agora tenho minha própria bola de cristal!
β - harmless, não se preocupem. :)

sorriam. a vida é uma comédia!